Limpando as ancoragens da via

Uma forma Segura e Rapida de limpar a ancoragem

Uma das melhores partes da escalada esportiva é a sua simplicidade: Costure algumas ancoragens ao escalar, e bem, isso é praticamente tudo! A parte mais complicada é limpar a via, em outras palavras, passar sua corda pelos anéis ou correntes no topo, para que você possa descer, pegue suas costuras e não deixe nenhum equipamento para trás. Este procedimento e potencialmente perigoso pois você devera se desencordar do Baudrier e se reencordar e depois de alguns erros ocorrerem, nos aprendemos a técnica a seguir com Rick Vance, gerente de informações técnicas da Petzl, e nós gostamos porque e simples, limpo, rápido e seu parceiro nunca solta sua segurança. Você precisará de duas costuras e um mosquetão de trava extra.

Quanto você chegar ao topo, costure as duas argolas ou grampos, com o mosquetão de baixo em direções opostas. Costure sua corda na corda da direita e costure a da esquerda direto no seu loop. (você pode ter que se puxar para cima uma das costuras para ficar próximo o suficiente da parada). Lentamente sente-se no Baudrier, a costura da esquerda deve segurar seu peso. Ache uma posição confortável para trabalhar na parada. (fig 1)

Mantenha seu parceiro na sua segurança por todo o processo. Peça por um pouco de folga e puxe uma braçada longa de corda que deverá correr entre a costura da direita e o no no seu baudrier, mantendo a corda clipada na costura. Amarre com um Fiel Duplo ou um oito e prenda com um mosquetão no seu loop, como back up (fig 2)

Solte totalmente o no de amarração (normalmente o Oito guiado). Passe a ponta da corda pelas argolas de baixo das ancoragens (cada sistema tem suas especificidades, dependendo de como a via esta equipada), então se amarre novamente com o oito guiado, pelos pontos de amarração no seu baudrier. Cheque duplamente se a croda passa tranquilamente pelas argolas e que o seu no está fixado corretamente (fig 3).

Desclipe o mosquetão de trava do seu loop e solte o no em que estava preso. Reconfira se a corda corre bem pelas ancoragens e que seu no de amarração esta correto. Peça ao seu segue que retese a corda, até que você se sinta sendo puxado para as ancoragens, teste o sistema pondo o peso na corda sem desclipar as costuras.

Uma vez que você estiver certo de que está tudo bem, lembre seu segue novamente para segurar, remova as costuras das ancoragens e as ponha no seu baudrier. Como você esta totalmente preso na corda será mais fácil retirar as costuras. Agora você esta pronto pra ser baixado e pegar seu equipamento!

Nota.: Descer de “baldinho” é uma pratica comum, mas tenha em mente que a fricção de cordas sujas estragam ancoragens muito rapidamente, especialmente em areas de alto movimento. Sempre confira as ancoragens para excessos de danos antes de descer, e considere rapelar ao invés do “Baldinho” para preservar as ancoragens e sua corda.

10 coisas essencias para a escalada esportiva

Por Matt Samet em Climbing.com

Se agilize e não esqueca da comida de cachorro

Se você é um dinossauro c

 

omo eu, provavelmente se lembrará de ter sido ensinado, após a introdução à escalada e ao montanhismo, a importância dos 10 mandamentos. Enquanto estes itens (mapa, bussola, comida, água…) são importantes para uma viagem segura nas montanhas, como sempre foram, A escalada esportiva moderna ainda tem que ver a criação da sua própria lista. Aqui esta minha sugestão, sem nenhuma ordem particular:

1. GriGri. Ainda travando o colega com um oito ou atc? Adira ao GriGri da Petzl, uma verdadeira dádiva de Deus para escaladores eportivos. Não apenas faz auto resgate como também se tornou muito mais dificil deixar um escalador cair, tambem lhe permite ficar com as mãos livres quando o escalador esta descansando.

  1. Luvas, Cordas são sujas, e manusear a corda pode queimar sua mão com uma leve camada a ponto de prejudicar potencialmente sua tentativa de cadena. A menos que você se mantenha limpando a corda entre uma sessão e outra de escalada, use luvas para proteger suas preciosas mãos.

  2. Agua, muitos escaladores negligenciam a hidratação apropriada durante o dia, uma pratica ruim que pode levar a redução da performance, fadiga muscular e lesão nos tendões. Beba agua regularmente e se certifique que sua urina esta clara (não alaranjado como o sol) para uma boa hidratação;

  3. Comida, Claro, você pode ficar faminto durante o dia e sentir-se mais leve sobre os pés, mas em um dado momento, a novela da baixa quantidade de açucar no sangue vai entrar em ação. Todo mundo tem sua própria opnião sobre comida de montanha. Evite comidas adocicadas e tudo que você achar dificil de digerir para evitar o inchaço da barriga e a tensão corporal.

  4. Roupa Extra, Você provavelmente não vai congelar até a morte na maioria dos picos de escalada, onde o carro raramente esta longe. No entanto, é uma boa ideia se manter aquecido, especialmente quando dando segurança, de forma que seus musculos estejam ageis e soltos. Pessoas modernas em relação a moda usam jaquetas, enquanto a maioria dos escaladores conscientes optam por marcas que aqueçam mais.

  5. Celulares, São abundantes os Depoimentos de quão importantes e úteis são esses equipamentos em situações de crise. Eles também podem ser usados para pegar betas de vias. Não se esqueça de deixar a campainha desligada na montanha!

  6. Um Cachorro Grande, Na verdade eles não são tao essenciais assim, mas o povo adora levalo-los para escalar de qualquer forma. Qual o problema com isso?

  7. Proteção para o Joelho, Um mal necessário, proteções para os joelhos e parte da bagagem de truques de qualquer escalador esperto. A maioria das calças especificas para escalada já vem com proteção para joelhos costuradas na própria calça, um tecido mais grosso e resistente na frente do joelho que pode ajudar em momentos de aderência.

  8. Kit de Primeiros Socorros, Tenha todos os itens de emergência necessários, mais um protetor de pele. Como diz meu amigo Jean, um escalador duro-de-matar, uma vez disse, se as costas das minhas mãos enconstam a rocha não estou escalando! No entanto a maioria das vias esportivas não requerem o uso de luvas, fitas sobre uma leve camada de polvedine ajudam a segurar o tendao e a recuperar a pele. Uma lixa de unhas e um conjunto de cortadores de unha também são importantes.

  9. Clip-Stick, O potencial de uso excessivo quando se tem um e comum. Aguns acham uteis para primeiras ancoragens altas, enquanto outros acham uteis para escalar vias acima do seu grau. A escolha e sua.

Encontro de Escaladores do Nordeste

O Encontro de Escaladores do Nordeste, mais conhecido como EENE, teve sua semente plantada ainda em 1999 e a cada ano vem se fortalecendo, assista a essa edição do Papo de Montanha do CEB, com o Claudionor Cavalcante, Clodoaldo Dante, Edervan Menger entre outros.

Veja abaixo um pouco da história contada por Claudionor no Papo de Montanha:

Em 2015, a edição ocorreu em Quixadá

 

Já em 2016, o Encontro realizou-se em Santana do Ipanema/AL, local que ficou mundialmente conhecido por causa do Red Bull Psicobloc Brasil, , e a região foi abraçada pelos escaladores do Nordeste que fizeram um esforço enorme e prepararam a cidade para receber o encontro, abrindo mais de 80 vias de escalada em apenas um ano.

Em 2017, foi a vez de Brejo da Madre de Deus, que já havia recebido o encontro em 2012, agora com uma maior infra-estrutura e considerado um “pico” consolidado de escalada, contando inclusive com a maior via de escalada de Pernambuco, a Sublimação Direta com seus 470m. Brejo é um lugar completo, tem praticamente todo estilo de escalada e algumas linhas bem interessantes de Highline. Esse encontro contou com mais uma edição do fantástico festival de tradicional, onde os escaladores tinham das 06 horas da manhã as 18horas para escalarem o maior número de vias possíveis, cada uma com uma pontuação específica, muita escalada marcou esse encontro!

Agora em 2018, a casa do EENE é Patu/RN, um pico bem recente no cenário da escalada que rapidamente se transformou na casa das vias tradicionais do RN, contando hoje com algumas das maiores vias de escalada do Nordeste, destacando-se a Morada dos Deuses com seus imponentes 720 m e a Via Crucis com 530 m, há ainda diversos projetos de vias tradicionais em progresso, daqui até o encontro certamente deveremos ter pelo menos uma dezena de vias na casa dos 450 a 700 metros.

Maiores informações acompanhe o site do Encontro

A Costura Alpina

Uma melhor forma de organizar suas costuras

Muitas vezes você vai levar muitas costuras longas em vias longas ou em escalada alpina, para reduzir o arrasto da corda, para livrar arestas ou para dar segurança de um platô. Mas levar muitas costuras e fitas pode ser complicado. A solução? Costura alpina. dando voltas na costura torna ela em uma costura versatil para usar de forma rápida no baudrier. Aqui vai como fazer.

– Com um mosquetão em cada ponta da fita, passe um mosquetão por dentro do outro.

2º – Clipe este mosquetão nas duas partes da fita para transformar em uma costura.

3º – Para extender a costura, clipe um mosquetão a ancoragem, desclipe o outro mosquestão e reprenda-o a uma das pontas da fita, puxe o mosquestão e pronto! a costura vai estender-se totalmente.

Escalada de Aderência

Por: Jeff Achey – publicado na Climbing.com
Traduzido por em 16 de Fevereiro de 2016.

 

Escalada de aderência sem agarras de mão pode ser fácil ou desesperador, ou ambos ao mesmo tempo. Força tem seu papel, não há nada em que se segurar. Técnica e Controle mental são primordiais. Aderência normalmente envolve longas distâncias entre os pontos onde os conquistadores estavam desejando e onde eram capazes de parar e bater uma proteção. O caminho mais fácil para a próxima ancoragem pode não necessariamente ser uma linha reta.

Evite movimentos longos, altos degraus, e movimentos que joguem seu corpo para fora da rocha. Se você uma boa boarda para a mão, passe por ela com o mínimo de esforço até que possa ficar em pé nela e descansar. Velocidade é tão importante quanto movimento de corpo, e você pode se agarrar em nada. Pare e as sapatilhas vão escorregar. Queda em aderência normalmente é resultado da perda da confiança: Você para pra fora, ou fica ganancioso e da uma xxxx parada. Fique focado em seus pés e deixe sua visão periférica encontrar pontos tranquilos, onde pode fazer uma pausa, mas não fique extremamente focado em agarras especificas. Escale rapidamente com descansos minimos, até chegar na próxima parada.

Os erros podem ser assutadores, mas dá para evitar a queda. Quedas de aderência tendem a ser lentas e de baixo impacto Correr funciona para quedas curtas, mas a menos que você saiba como faze-lo, de preferência a deixar o corpo escorregar, mantendo a posição de escalada, deixe escorregar pelos seus pés, tapeando a rocha com as mãos para manter o equilibrio. Se você escorregar com as mãos na rocha sem tapear, vai queimar as mãos. Olhe para onde você está indo, esteja atento para desviar de grampos, chapas ou obstáculos que possam vir no seu caminho.

Como Cair

Por: Dougald MadDonald – publicado na Climbing.com
Traduzido em 16 de Fevereiro de 2016.

Escale mais forte ao aprender a cair com confiança

Cair é essencial para evoluir como um escalador. O Ditado já avisa, se você não esta caindo, não esta tentando duro o suficiente. Para evoluir, você precisa tentar movimentos que estão no auge da sua habilidade, quando você tenta duro o suficiente, você vai cair. Quedas de Top Rope são as mais seguras. Mas cair também pode ser bem seguro e protegido em quedas de guiada, desde que você tenha uma boa técnica e um bom segue. Antes de escalar em uma situação onde você pode vir a cair, pense nos perigos: em rochas de baixo angulo, se há uma borda ou quina abaixo que você pode vir a bater. Do Contrário, se coloque mais acima ou a baixo em um lugar mais seguro para levar um tranco.

Faça:

  • Avise ao seu segue se achar que pode cair. Grite “Se ligue”
  • Grite “Caindo!!!” ao se sentir escorregando. Não grite pegue, se você já começou a cair. Um bom segue de esportiva vai reagir diferentemente quando ouvir Caindo! ou Pegue!. Em ambos os casos, ele irá travar o freio, no entanto ao escutar pegue, provavelmente dara um passo atrás e travará a corda mais fortemente, para evitar que o guia se mecha, possivelmente criando uma queda acelerada
  • Olhe para baixo para ver onde vai cair e se há obstaculos. Isso te leva a uma melhor posicionamento de corpo, em caso de queda.
  • Respire fundo para ajudar o corpo a relaxar. Contando em voz alta, apesar de que você poderá perder alguns pontos no estilo
  • Relaxe suas pernas. Mantenha braços e pernas levemente curvados, com os joelhos moles e prontos para absorver qualquer impacto. Pense: Cair como um gato.
  • Mantenha as mãos para cima, para a frente e um pouco para o lado, para melhor equilibrio e evitar raspa-los sobre a rocha ou prender na corda. Deixe suas pernas abosreverm o impacto quando você balançar na parede.

Não Faça:

  • Cair com a corda entre seus pés ou pernas. Isso pode te dar uma queimadura ou até mesmo te virar de cabeça para baixo. Ao escalar, mantenha-se alerta de como a corda está se desenrolando; o Segue deve alertar caso você esteja esacalando com a corda atrás da perna. Mantenha-a na frente das suas pernas e pés, ou entre eles, especialmente proximo ao inicio de uma via, quando puxar após uma salicenta, e quando costurar. Se você esta atravessando, tente não pisar para que seu corpo fique entre a corda e a parede, ao invés disso o pé atras da corda. Assim ela permanece na sua frente. Se a cordar terminar entrando entre suas pernas ou tornoze-los, tome o tempo para se reposicionar.
  • Empurrar a rocha ao cair, a menos que você seja um especialista e saiba que se empurrar vai te livrar de uma borda ou outro obstaculo. Empurrar para fora apenas joga seu corpo para fora do equilibrio e coloca-o em posição para bater de volta para a parede quando a corda é esticada.
  • Agarrar qualquer coisa para tentar parar a si mesmo. Agarrando uma costura, proteção ou a corda é uma receita para queimar corda ou um dedo gravemente (Muitos alpnistias perderam dedos desta forma) Deixe a corda e o segue fazerem seus trabalhos.

Treinando Queda:

Cair é uma habilidade e a prática te faz fazer melhor. Praticar quedas diminui a tensão antes de uma escalada pesada, ou cura um período longo de medo.

  • Escolha uma escalada esportiva (in door ou outdoor) em uma face negativa ou levemente negativa
  • Escolha um segue experiente. Você quer ter confiança e quem tem experiência em pegar quedas.
  • Escolha um lugar com 12 a 15 metros, então há mais folga no sistema para absorver o impacto e não há chance de cair no chão.
  • Inicie com algumas quedas no Top Rope (simulando que você esta guiando, mas você teria clipado a ancoragem abaixo do seu baudrier. então caia com o nó a alguns centimetros da ancoragem, então um pé ou dois pés. Foque nos itens a fazer de uma boa técnica de quedas.
  • Prátique frequentemente para criar memória muscular e mental.

Escaladores deveriam fazer dieta de baixo carboidrato?

Por: Trainingbeta.com
Traduzido em 03 de Fevereiro de 2016.

Como um nutricionista e um vegano, eu quase não pensava sobre a ingestão de carboidrato das pessoas.

Minha própria jornada tem me levado a períodos de comer muito carboidrato como aspirante a vegano, então baixei bastante a ingestão mínima de carboidrato. quando comecei no Veganismo quando experimentei a dieta Ketogênica, agora estou de volta a uma dieta moderada de ingestão de carboidrato. Eu provavelmente como por volta de 25% de carboidrato, 25% de proteína e 50% de gordura todos os dias. Isso e em torno de 120 gramas de carboidrato para mim (em torno de 1800 calorias por dia – e não, eu não estou em dieta, apenas estimei isso).

Para referência, a dieta de muitos americanos é feita de 40% de carboidrato ou mais. E isso é em torno de 240 gramas em uma dieta de 2400 calorias. Baixo carboidrato é considerado algo em torno de 45% (pela USDA pelo menos).

Eu pessoalmente acho que na dieta de baixo carboidrato, eu me sinto bem estranho. Minha performance cai, eu me sinto cansado, pesado, faminto e muscularmente fatigado muito rapidamente.. Então através dos meus 7anos de Vegan, eu fiz um esforço razoavel para adicionar mais carboidrato em minhas dietas na forma da Tapioca, batata doce, vegetais, frutas e um pouco de mel.

Eu notei que ha algo comum entre meus clientes e amigos quando eles entram em dietas de baixo carboidrato e tentam manter o seu treinamento de escalada (ou corrida ou qualquer coisa que eles estiverem fazendo), eles se sentem cansados e pesados e famintos quando eles também estão em dieta de baixo carboidrato.

Enquanto eu penso que o corpo das pessoas são diferentes, e que todos nos temos diferentes proporções de macro-nutrientes, eu penso que existem algumas gerações que podem ser feitos de carboidrato e atletas – especialmente atletas de forca como escaladores.

O proprietário do www.climbingnutrition.com fez um trabalho realmente muito bom ao somar essa pesquisa com este tópico, fazendo marcas impressionantes sobre como o carboidrato afeta escaladores, em especial como dieta de pouca quantidade de carboidrato impacta no corpo de escaladores. Eu acho que você deveria ler sobre isso se você está no muro ou no campo da dieta de baixo carboidrato.

Entalamento de Pé-Calcanhar

Por: Chris Van Leuven – publicado na Climbing.com
Traduzido em 05 de Fevereiro de 2016.

 

A Técnica de Entalamento de pé – calcanhar

Faça uma tentativa quando você precisar de uma forca extra

Você tem persistido no último projeto por três semanas. Já decorou os movimentos, mas cada vez que chega nos últimos passos, a fadiga lhe força a sucumbir e você se emputece. Um membro da “Peanut Gallery” declarou que sua incapacidade de superar esse desafio tem prejudicado sua evolução na escalada, e o sofrimento duradouro do segue, esta ameaçando-o a desistir. E agora?

Agora, meu amigo, e hora da técnica de Entalamento de Pé-Calcanhar. Fazer o que? Você pergunta. Olhe para os locais onde você pode descansar o pé e use o calcanhar para se ancorar na rocha. Após ancorado, você pode levantar seu quadril em direção a rocha e reduzir o peso nas suas mãos.

Eu testemunhei o potencial da técnica de Entalamento de Pé-Calcanhar no inicio dos anos 2000 enquanto estava praticando Bouldering na região dos Mondo Overhangs com meu irmão do sul. Eu assisti com estranheza enquanto eles usavam o pé para se ancorar, pendurando, fazendo força e descansando nas inclinações. Mas eles também me mostraram como usar técnicas de angulações mais suaves, e em muitas situações mais do que em trilhas gigantes, paredes horizontais e tetos de 90 graus.

Ainda desconfiado? Veja o que diz o mestre do trabalho de pernas, Alex Honnold: “Quanto você se ancora nos pés, você pode só pode empurrar para baixo com o calcanhar, mas quando você usa a técnica Calcanhar-dedo do pé, você também pode puxar ou usar para levantar o corpo para a parede.

A técnica básica

Esta é sua Área de construção. Para iniciar, primeiro tente encaixar o calcanhar em algum lugar que parece ser possível segurar-se, preferencialmente em algum lugar que tenha pelo menos a largura do seu calcanhar. A agarra não precisa ser um agarrão exagerado, algo que encaixe, pode ser vertical, horizontal, se tiver algo próximo que também de pra usar com o calcanhar. Calcanhar apoiado, encaixe os dedos em oposição encaixando embaixo de um teto ou uma pequeno bico, ou aperte seu pé contra a parede e aquele o pé pra cima. Uma mudança de peso pode oferecer ajuda ao entalamento de pé-calcanhar. Tente “Flagar” e ir arrastando seu outro pé, independente de onde ele vá parar. Se realizado apropriadamente, suas costelas vão se encaixar sobre seu calcanhar, trazendo todo o peso superior do seu corpo para o seu pé. Encaixes ajudam a estabilizar e deixar o movimento originar da sua core.

Entalamento de Pé-calcanhar são a chave para a escalada em declives e em áreas negativas, informa o boulderista sulista da Power House, Anthony Love. Eles deixam você puxar mais forte em agarras horríveis por puxar centro de gravidade mais abaixo do que você. Honnold concorda. Eu transformo qualquer gancho de calcanhar em entalamento de Pé-Calcanhar, simplesmente flexionando meu pé contra a parede o mais forte o quanto eu aguento enquanto estou com o calcanhar pendurado, diz ele. É uma questão do quanto você consegue flexionar e torcer para que isso lhe ajude.

Entalamento Reverso

Uma variação comum envolve em passar a perna para dentro e abaixo da agarra, espremendo um dedo do pé rente a parede em oposição ao calcanhar. Estes encaixes dão um grande trabalho de controle das “janelas” devido ao movimento poligonal e/ou o balanço gerado pela liberação da chave do calcanhar com a liberação da outra perna.

Se pendurar não e descansa

Se a parede e íngreme, um porta ledge grande não vai garantir o descanso. Prefira uma boa ancoragem para entalamento do que simplesmente ficar pendurado. Memorize isso, pratique na academia, em uma área onde a distancias das agarras esteja razoável: Entale seu pé da primeira agarra ate a ultima. Usando muitos entalamentos vai te ajudar a perceber quão valioso pode ser como também como executar de forma mais consciente.

Manter Oposição

O Entalamento bem executado pode ser usado de duas formas: a) o calcanhar e o peito do pé estão sendo espremidos contra a parede e b) Seu osso do calcanhar simultaneamente empurra para baixo em direção a rocha. A chave e manter esses pontos de pressão para a duração.

Se movimente

Para sair do entalamento de pé em um terreno levemente negativo, simplesmente abaixe-se no pé entalado e levante-se, movimentando os músculos do quadril. Simultaneamente saia para as agarras de mão, transfira suas pernas num movimento em ascensão para o seu alvo. Tapeie o seu pé não entalado para cima da parede para adicionar estatura. Quando eu executo essa manobra apropriadamente, eu sinto os músculos do quadril queimar mas meus braços estão descansados.

Seja Rigoroso, saiba abrir mão das coisas

Para obter o máximo do seu entalamento, você também vai querer ter o equipamento certo que lhe proporciona a mecânica do corpo.

Sapatilhas

Eu acho que sapatilhas duras funcionam melhor para se obter o máximo do efeito alavanca para fora do ponto de seu ponto de equilíbrio, sapatos mais suaves tendem a dobrar, e (especialmente as que parecem chinelos) podem literalmente tirar o pé.

Alongamento

Porque o entalamento de pé alonga o seu corpo como incrível elasticidade, como bailarinas, alongue as costas, o quadril e o trapézio antes de ir em frente

Tente Isto

Alongamento do Sapo: Fique com as bolas dos pés com uma posição ligeiramente mais larga que a largura dos ombros em agachamento, mantendo o tronco ereto e rígido.

Agachamento de Panturrilha Plie: Use um objeto fixo para se preparar, levante-se com os dedos dos pés virados para fora, tanto quanto for confortável, embora mantendo os calcanhares levantados, fazendo agachamento.

Alongamento da parte inferior das costas: deitado de costas, traga sua perna direta a um ângulo de 90 graus para o chão em uma posição dobrada; agora coloque a amo esquerda sobre a coxa direita externa e puxe para baixem direção ao seu tronco. Repita com o outro lado.

O Que acontece quando os bolts não funcionam bem?

Por: Shelby Carpenter – 4 de Novembro de 2015 outsideonline.com,
Traduzido em 24 de Novembro de 2015.

Bolts enferrujam, e especialistas preocupam-se que isso se transforme em mais acidentes, machucados e mortes.

Aproximadamente um terço das vias esportivas dos Estados Unidos, foram abertas nos anos 80 e 90, e os bolts destas vias estão se aproximando ao final da vida util.

Um dia no último março, Scott Sederstrom, 44 anos, estava escalando no Rio Owens Gorge, uma área popular de escalada esportiva no lado externo do Mammoth, Califórnia, usando uma técnica avançada chamada de Escalada Solo com Corda, que envolve clipar cada ancoragem acima com um Clipstick, e posteriormente retirar a ancoragem abaixo. Aproximadamente 12 metros do chão, quando clipou a terceira ancora, Sederstrom estava escalando uma aresta quando a ancoragem se desmanchou em duas e caiu da rocha. Sederstrom caiu e bateu no chão, vindo a óbito, provavelmente por trauma craniano (ele não estava usando capacete).

O Corpo de Sederstrom foi achado pelo sistema de busca e resgate do Condado de Inyo, na manhã seguinte, após sua noiva ter se preocupado e se dirigido à montanha, onde ela encontrou a van e o cachorro no estacionamento. Após uma inspeção, foi descoberto que a ancoragem falhou, era um velho 3/8 Buttonhead. Provavelmente foi instalado 20 anos atrás, havia corrosão escondida abaixo da superfície, e pode ter se fraturado parcialmente antes de Sedestron ter sequer clipado nele.

A forma como Sederstrom estava escalando solo com corda, que o deixou seguro apenas em uma ancora ao invés de várias ancoragens, e muito mais arriscado que a escalada tradicional. Mas sua presunção é assumida por todos os escaladores na montanha: Ancoragens são seguras. As modernas, tipicamente feitas de Aço Inoxidável, são projetadas para suportar até 3300 libras de carga para saída e 5600 libras para um impacto para baixo. Mas ancoragens vão se desgastando com o uso e enferrujam com o tempo, e até mesmo as mais bem fixadas eventualmente precisam ser substituídas;

Há aproximadamente 60.000 vias esportivas nos Estados Unidos, aproximadamente um terço das quais foram instaladas entre o final dos anos 80 e o início dos anos 90, de acordo com Nick Wilder, co fundador do “Mountain Project”. As ancoragens nestas vias estão se aproximando ao final da vida útil – aproximadamente 20 anos – e podem ou não serem seguras para escalar. De fato, e bem provável que centenas das milhares de ancoragens precisarão ser substituídas num futuro próximo, de acordo com Brady Robinson, Diretor Executivo do Access Fund, que trabalha para abrir áreas ao público, áreas de escalada pelo pais. Para acabar com esse problema, o Fundo e o American Alpine Club anunciou no último mês uma captação de 10.000 USD através de um programa chamado Anchor Replacement Fund. Dezessete organizações pelo pais tem recebido uma parcela do dinheiro para reposição de ancoragens.

“Algumas dessas ancoragens são verdadeiras bomba relógio”, afirma Ian Kirk, fundador do Red River Gorge Fixed Gear Initiative, que capta dinheiro para esforços de substituição de ancoragens e que recebeu uma parcela desse dinheiro. O Red River Gorge, destino internacional de escalada no Kentucky com mais de 2000 vias esportivas, representa uma micro parte da escalada que vem se tornando popular. A expansão das vias “tem ocorrido de forma exponencial nas ultimas duas décadas”, de acordo com o website do group de Kirk, e mais escaladores estão se ancorando, caindo  e forçando-as. “esta se tornando um jogo de probabilidades” com ancoragens antigas, diz Kirk. “ você simplesmente não sabe se elas são boas ou ruins.”

Os 10.000 USD do  Access Fund é uma gota d’água no oceano, o que se torna uma questão mais de consciência do que de solução. Robinson estima que custaria milhões de dólares para substituir todas as ancoragens que estão se aproximando ao fim da vida util. “Dada a quantidade de escaladores que estão migrando para as montanhas ao redor do pais, é assustador pensar que o problema de ancoragens ruins está acelerando assim como o número de pessoas usando-as também aumenta”, diz Dale Remsberg, diretor técnico da American Mountain Guide Association. “Nos estamos no ponto em que as ancoragens são valhas o suficiente e a escalada e popular o suficiente para que acidentes comecem a acontecer frequentemente”.

Os tipos de bolts e ancoragens que os escaladores instalam em novas vias hoje em dia, os que você se clipou na maioria dos lugares que você escalou, não estão sendo produzidos há muito tempo, pelo menos no esquema dos últimos 60 anos da escalada nos Estados Unidos. Nenhuma empresa no país fabricou bolts especialmente produzidos para a escalada em rocha até a Metolius iniciar a fabricação de boltes no final dos anos 80. Os bols de escalada modernos, ancoragens e argolas vendidos pela Metolius, Fixe Hardware, Climbtech, Petzl e outras companhias agora são feitos sobre especificações padronizadas de segurança estabelecidas pela Federação Internacional de Montanhismo e Escalada (UIAA).

Anteriormente, lá por volta dos anos 50, quando a escalada estava na sua infância, as ferramentas do esporte eram rudimentares. Escaladores, inclusive a lenda de Yosemite, Warren Harding, optaram por parafusos de expansão e fixadores projetados para uso em cimento, tijolo e projetos de construção em rocha. Um dos bolts mais comuns era o Star Dryvin, um prego de aço dentro de uma MANGA, que era chumbado com batedor manual no buraco, na face da rocha simplesmente batendo no local. (hoje em dia, escaladores em sua maioria usam furadeiras a bateria, então um martelo num bolt de expansão, para depois dar o torque no aperto do parafuso.) Um Star Dryvin era adicionado a ancoragem, uma peça de metal nivelado a rocha que cliparia a corda durante a Ascenção. Algumas ancoragens até eram feitas a mão. Estas configurações iniciais era muito mais fracas que os bolts atuais – escaladores desconfiam tanto deles que muitas vezes preferiam fixar Pitons a correr o risco de cair de um deles.

Good bolts. Photo: safeclimbing.org

Bolts bons. Photo: safeclimbing.org

Dos anos 60 até o início dos 80, a escolha do bolt era de ¼ de polegada RAWL DRIVE (“Buttonhead”), um bolt de construção que os escaladores habilidosamente usavam com furadeiras de mão enquanto conquistavam. Os bolts costumavam ser associados a estilos antigos (o que hoje são considerados ser) pouquíssimo confiáveis, como os LEEPER HANGER. O fabricante de bolt, Ed Leeper fez um recall de todas as suas ancoragens em 2004 e pediu aos escaladores que removessem qualquer ancoragem sua remanescente nas rochas por todo o pais, por serem vulneráveis a corrosão química e estresse mecânico que pode quebrar ao meio devido ao estresse da queda de um escalador. No final dos anos 80, escaladores estavam usando bolts mais grossos e resistentes de 3/8 e de ½ polegada de diâmetro.

Os mais resistentes e duráveis bolts disponíveis hoje são os de Titânio, mas eles são tão caros que geralmente só são usados em montanhas próximas ao mar, onde a maresia pode causar uma corrosão particularmente rápida aos bolts tradicionais de aço. Fora o titânio, bolts de  ½ polegada de aço inoxidável ou ancoragens são considerados o padrão de ouro contemporâneo, apesar de que os primeiros conquistadores optam por bolts de aço mais baratos. Quanto bolts de aço são substituídos por aço inoxidável, eles estão sujeitos a um processo chamado galvanização corrosiva, que ocorre quando dois tipos diferentes de materiais trocam ions e degradam-se.

“Simplesmente não e realístico esperar que o metal continue funcionando em 20, 30, 40 anos” diz Kevin Daniels, fundador da Fixe Hardware. “pessoas precisam estar conscientes e pensarem, se esse bolt falha, o que vai acontecer? Ate mesmo se trocarmos todos os bolts que existirem, essa e a questão que deve estar na mente de todos”.

Especialistas avisaram que acidentes como a queda de Sederstrom poderiam se tornar comuns no esporte, mas surpreendentemente tem havido poucos acidentes devido a falha dos bolts nos últimos anos. Os dois mais recentes acidentes relacionados a fatalidades com Bolts ocorreram em 2012 e 2010, na região do Meadow River, na Virgina do oeste e no Index em Washington, respectivamente, de acordo com uma pesquisa da organização Accidents in North American Mountaineering data base. Mas pergunte por ai e você escutara histórias de escaladores experientes sobre perdas próximas relacionadas a bolts. Robinson, por exemplo, se lembra de escalar uma via nos anos 90 no Catedral Spires no interior da Dakota do Sul. “eu clipei numa ancoragem e a ancoragem saiu da parede” disse ele. “Eu olhei em volta e vi que não havia mais nada, então eu botei de volta e continue escalando”. Na falta de uma proteção melhor próximo dele, ele apenas continuou escalando, arriscando uma queda ainda mais perigosa.

Além do risco que escaladores individuais enfrentam quando estão usando essas ancoragens, há uma outra razão para que o Acess Fund queira substitui-los: assim áreas de escaladas não são fechadas. Quando uma menina de 12 anos de idade sofre um ferimento crítico devido a uma queda durante uma caminhada em Mokuleia Wall no Havai em 2012, o departamento de estado havaiano de terras e recursos naturais (DNLR) fechou a parecer para escalada indefinidamente e instalou avisos de “não ultrapasse” que ameaça com multas de 2.000 USD. A proibição então se expandiu por Mokuleia e incluiu todas as falésias e montanhas administradas pela DNLR até a legislação ter sido regulamentada provendo imunidade ao estado quanto a responsabilidade. Apenas em janeiro deste ano que a Mokuleia e suas rotas de escaladas com mais de 70 anos foram reabertas aos escaladores.

Bolts estragados. Photo: safeclimbing.org

Bolts estragados. Photo: safeclimbing.org

O Acess Fund quer se certificar que outras áreas não sofrerão o mesmo destino. Mas substituir todos os bolts antigos das vias não acontecera da noite pro dia. Fora a falta de fundos, há também uma falta de mão de obra, pois apenas algumas pessoas tem conhecimentos especializados para substitui-los, e menos ainda tem o tempo pra fazer isso regularmente. “e muito difícil conseguir pessoas com conhecimento suficiente que dediquem seu tempo para faze-lo” diz Kirk. Ele pessoalmente substitui centenas de bolts a cada ano no Red River Gorge, que usualmente envolve usar uma barra quebradora para extrair bolts antigos e furar novos buracos para colar bolts, que contam com uma cola química forte que os mantem no local e normalmente duram mais que os de bolts de expansão mecânica os quais estão sendo substituídos.

Mas não é o suficiente.

Nós precisamos de mais pessoas substituindo as ancoragens e mais pessoas financiando a troca. “está se tornando uma tarefa enorme para nos mantermos alertas e substitui-los” diz Kirk. “Está se tornando uma crescente epidemia”.

COMO IDENTIFICAR ANCORAGENS RUINS

 Existem alguns sinais que nos mostram uma ancoragem suspeita, que o escalador pode estar atento. Buttonheads (que parecem botões de casaco) e Star Dryvins (que tem uma estrela estampada) não são confiáveis. Se uma ancoragem em um bolt qualquer esta folgado e se meche, isso significa que esta saindo da rocha mais do que deveria e não deve ter resistência máxima; a ancoragem pode não necessariamente precisar ser substituído, mas precisa ser reapertado para obter a tensão apropriada conforme recomendação do fabricante.

Ferrugem no bolt ou na ancoragem indica fraqueza. Mas nem todos os bolts e ancoragens ruins tem sinais visíveis de corrosão, caso a corrosão aconteça no interior do furo ou do bolt propriamente dito.

Fora os bolts, também e importante analisar as ancoragens. Qualquer ancoragem da Leeper e suspeita, e são identificáveis por suas arestas afiadas e formas trapezoidais. A velha ancoragem SMC pode ser identificado por quão finas são – tão finas quanto um quarto de polegada. Bolts e ancoragens perigosos podem ser reportados no Badbolts.com, um cadastro online para rastrear bolts que precisam ser substituídos e provem informações quanto a prospecção de pessoas para substitui-los.

Escaladores devem estar especialmente conscientes das áreas em que muitas vias esportivas foram abertas a mais de 20 anos, de acordo com Remsber da American Mountain Guide Association incluindo o Red Rock Canyon próximo a Las Vegas, Eldorado Canyon no Colorado e o Red River Gorge, que tem uma alta porcentagem de bolts de zinco instalados em condições de umidade.

Nunca mais fique Tijolado!

Publicado originalmente na revista Rock and Ice por Neil Grenham

Se os seus ante-braços incham como balões e seus dedos sempre parecem crescer justo quando se esta próximo das proteções, então essa série de duas partes no treinamento de resistência é exatamente o que você esta procurando. No “Winter Workouts – Get Fit with Interval Trainnin” eu mostrei como usar um programa intervalado para o poder de resistência. Neste artigo, nós olharemos o trEino de baixa intensidade/resistência para vias longas. Esta área de treino crucial e facilmente ignorada, fornece a chave para a rápida recuperação.

Antecedentes

Baixa intensidade/resistência refere-se a sequências de escaladas que são mais longas que 60/70 movimentos de mão, que podem durar mais que seis ou sete minutos.

Jargon Buster

Escaladores as vezes usam o termo “stamina”/”life” para se referirem a resistência. Em outros esportes é comum se classificar resistência como aeróbico e anaeróbico mas na escalada isso fica confuso. Por exemplo, um dado escalador pode ter uma via ou enfiada que lhe exiga movimentos intensos e curtos, precisando de resistência anaeróbica, seguido de uma enfiada que requer mais resistência aeróbica; E é comum que as duas resistências, tanto aeróbicas como anaeróbicas sejam testadas na mesma escalada, assim como os níveis de ácido lactico aumentam e diminuem, e é dificil separa-los totalmente quando se fala em treinamendo de baixa intensidade.

De Volta a Velhas Rotinas

Um erro comum é ignorar totalmente o treinamento de baixa intensidade. Algumas academias tem vias que sequer chegam próximo da altura necessária, então nós escolhemos a opção mais prática e simples, escolher o que temos disponível. A aproximação requerida é fazer vias simples que requerem menos disciplina, menos tolerância a dor, como se você não estivesse gastando muito tempo sobre a influência do fatigamento muscular. É um erro comun tentar escalar, cada vez mais, graus mais dificeis quanto forem possíveis em todos os seus treinos. Ainda que mesmo para aqueles que fazem cordadas duplas ou triplas em vias mais faceis nas escaladas ocasionais aqui acolá, e de volta as dificeis, existe um universo de aplicações com um pouco mais de planejamento.

A Nova Rotina

Sessões de Treinamento de baixa intensidade podem ser feitos numa parede de guiada ou em num murinho de boulder.

Parede de Guiada: Esta opção é bem feita quando você tem um parceiro sensato e vocês não ficam monopolizando vias populares quando a academia esta cheia. Seja guiando, ou descendo, puxe a corda o mais rápido possível, e guie novamente; ou guie e desescale a via então guie novamente. Desescalar precisará ser consideravelmente mais fácil do que guiar.

Murinho de Boulder: Esta opção é otima para escaladores solitários. Normalmente funciona melhor quando se faz sequências aleatórias, ou vias de facil identificação, sejam por cores ou circuitos.

Quando Treinar

Atletas de elite desejam treinar resistência até cinco vezes na semana, com talvez uma sessão de força complementar. Alternadamente pode-se fazer três ou quatro sessôes de resistência (mais uma sessão de força). É universalmente aceito que baixa intensidade produz o melhor e mais seguro tipo de treino para iniciantes ou Você pode então seguir priorizando treinos de alta intensidade. Outra tática é fazer uma série concentrada de treino de baixa intensidade imediatamente anterior a uma possível escalada tradicional.

Especificações variáveis

Nunca treine os mesmos movimentos nos mesmos angulos. Alterne entre algumas variáveis conforme abaixo:

Número de movimentos:

Média Intensidade/Resistência: 60-80 movimentações

Alta intensidade/Resistência 80-150 movimentações

Angulação do muro:

Prátique “resistência em agarrões” nas paredes mais ingremes e “resistência regleteira” nos muros de menor angulação.

Constante ou Variável:

Uma sequência de escalada requer baixa intensidade, pode no entanto ser mantido com movimentações de graduações próximas, ou variando, com sessões mais difíceis intercaladas com bons descansos. O estilo anterior requer uma frequência constante, talvez movimentações rápidas do antebraço para tentar recuperar, enquanto que o estilo mais recente é fazer sessões duras e descansar bem. Ambos os estilhos são importantes para a prática.

Estrutura de Treino

Escolhendo a graduação do treino: Abaixo há uma ideia para um escalador intermediário.

Sessão Tripla: dois a três graus abaixo do limite “A Vista” para uma única via.

Sessão Quadrupla: Três a quatro graus abaixo do limite máximo “A Vista”

Guiando>Descendo>Guiando:

1- Guie (dois ou três graus abaixo do seu limite “A Vista”.

2-Desescale 4 a 5 graus abaixo do seu limite “A Vista”.

3- Guie dois ou três graus abaixo do seu limite “A Vista”.

Se lembre que graduação acumulada de três ou quatro vias facinhas feitas sequenciadamente podem lhe levar próximo ao seu limite. Por exemplo, quatro entradas na via curta 5.11a, ida e volta, é um esforço equivalente a uma longa 5.11d ou 5.12a na rocha.

Número de Repetições

Tente completar entre quatro a seis intervalos de trabalho para baixa intensidade/resistencia. Para alguns números extensos vai depender de quão dificil você mnta sua tabela de treinos, mas se você fizer substancialmente mais ou menos, então claramente as vias e circuitos ficam ou muito dificeis ou muito faceis também. Sempe termine uma série. As primeiras duas ou tres mérias gerais deverão se sentir realmente confortaveis, os próximos dois deverão ser dificeis e os ultimos dois um voo desesperadp. Também é válido notar que sessões de baixa intensidade podem servir muito bem para descansar ativamente, ou reabilitar-se de um machucado, desde que você deixe cair a graduação consideravelmente e fazer uma ou duas séries a menos que o total.

Momentos de Descanso

Uma vez e meio é uma boa base. Por exemplo, se você estiver escalando por 10 minutos descanse por 15.

Variações Estruturais

Tentar seguir combinações que adicionem novidades ao seu treino. Nenhuma estrutura simples é superior a outra, então tente uma que seja nova para você.

Intervalo Estrutural:

Este intervalo a estrutura é dado no Nº 192 para alta intensidade/resistência, onde intensidade, duração da escalada e momentos de descanso permanecem fixados e constantes.

Ex.: 10 Minutos escalando ou 100 movimentos x 5 series com 15 minutos de descanso entre as séries.

Piramide de Intensidadade Estrutural:

Duração da escalada e momentos de descanso permanecem fixados, mas a graduação/intensidade sobe piramidalmente então baixa novamente.

Ex.: 100 movimentos com 15 minutos de descanso entre as sérias a 80%>90%>100%>90%>80% do máximo da graduação a vista.

Duração da Piramide Estrutural:

Com essa opção, a intensidade/graduação permanece a memsa para cada série, mas a duração da escalada varia na piramide estrutural.

Ex.: Graduação fixa a 90% do limite “A Vista” para todas as séries: 7minutos escaladno, 10 minutos descansando, 10 minutos escalando, 15 minutos descansando, 15 minutos escalando, 20 minutos descansando, 10 minutos escalando, 15 minutos descansando, 7 minutos escalando.

O Elemento da Técnica

Relaxe, respire calmamente e sacuda.

Nota.:Este artigo foi originalmente publicado na Rock and Ice nº193, traduzido por Allysson Laurentino.