O Revolucionário freio da Wild Country – Revo

26 de maio de 2016,

A Wild Country anuncia o novo freio REVO, com a sua segurança revolucionária e manuseio intuitivo.

A Wild Country lançou a seguinte informação: “Dando continuidade aos quase 40 anos de inovação em equipamentos de escalada que iniciou-se com o equipamento móvel, Friend em 1977, a Wild Country hoje anuncia o primeiro freio assistido bi-direcional”

Este é um design inovador para a segurança que supera uma das causas mais comuns de acidentes relatados com freios; o engate errado da corda no freio. Não importa qual a orientação com que a corda é alimentada, o REVO vai funcionar! feche e mantenha a corda alinhada para uma operação suave e precisa. Adicione a isso uma sistema de roldanas de inércia patenteado de auto-bloqueio em caso de quedas inesperadas; O REVO surge como o freio mais seguro disponível no mercado.

O avançado design do sistema de roldanas de inércia foi otimizado para ativar o sistema de trava-quedas sem danificar a corda, completamente bi-direcional este é o sistema mais avançado jamais criado. Desenvolvido para atender cordas de 8.5 mm a 11 mm, o REVO é compatível com qualquer modelo de mosquetão existente.

O Engenheiro de Design da Wild Country, James Wilson comenta: “No design do REVO nosso foco era criar uma ferramenta prática e usual que aumente a confiança e aprimore a experiência de dar segurança. O Design inovador possibilitou que nós incorporássemos uma camada extra de segurança, enquanto mantivemos o manuseio de forma intuitiva que um sistema de freio pode oferecer.”

O diretor de marketing da Wild Country, Steve Foster comentou: “O Foco da Wild Country é produzir produtos que facilitem a experiência da escalada. O Design simples mas sofisticado do REVO vai tornar fácil para um iniciante e assim como para os mais experientes em fornecer exatamente o que seu parceiro de escalada precisa, no momento em que precisar.”

Foi apresentado a um grupo de jornalistas de toda Europa em Sheffield. A Revista Climber teve a chance de experimentar o REVO e suas primeiras impressões são promissoras. O REVO é fácil de usar e resultou em quedas tanto suaves como tranquilas para o escalador guia e para o escalador que dá segurança. Nós tivemos a confiança de pular da parede e levar quedas com pessoas dando nossa segurança que acabamos de conhecer, algo que a maioria dos escaladores não fariam.

O Revo deverá estar nas lojas no ano novo e terá mais revisões durante este ano assim que tivermos um em nossas mãos.

Porque vocês entraram na jornada de desenvolver um novo sistema de freios?

A Wild Country tem pesquisado sobre a criação de novos sistemas de freios a alguns anos mas fundamentalmente precisaria ser inovador. Assim que tivemos o conceito ficou claro que o REVO poderia ser melhor que qualquer outro produto do mercado, não era exatamente porque faze-lo mas quando poderíamos começar.

O que você aprendeu durante o processo?

A fazer algo realmente novo e inovador, resolvendo problemas que outros tentaram antes e não conseguiram é algo realmente desafiador. Realmente tem sido uma longa jornada mas valeu todos os esforços.

Em que situações ele pode ser usado?

Qualquer situação em que normalmente você usaria um freio tradicional mas com a confiança de um sistema de freio assistido.

Vocês tiveram algum grande avanço no processo de design que não era esperado quando iniciou o projeto?

Existiam vários novos processos de fabricação e nós tivemos que ultrapassar os limites das técnicas existentes, a medida que o processo de fabricação evoluía nos percebemos quão especial e seguro nosso sistema era, você poderia deliberadamente fazer o REVO falhar e ainda assim ele funcionava perfeitamente.

Como se posiciona o REVO em relação a produtos icônicos como o Friend?

A Wild Country transformou a escalada na década de 70 e ao longo dos anos tem trazido um grande volume de novos produtos e técnicas de fabricação de produtos de escalada para o mercado. O REVO é um novo momento, como a introdução do Friend. Uma verdadeira revolução na escalada condizente com um  dos mais emblemáticos fabricantes de equipamentos de escalada.

Aprenda Isso: Dando Segue a um Escalador mais Pesado

publicado em climbing.com por Dave Sheldon

Escaladores que seus parceiros são 15 kg mais pesados ou mais normalmente são jogados quando o escalador guia leva uma queda. No entanto este fenômeno é desconcertante a primeira vista, porém pode ser perfeitamente seguro com algumas precauções simples – e pode permitir uma queda suave para o escalador. Alguns escaladores recomendam ancorar um segue mais leve ao chão, mas isso pode causar uma experiência dura ao cair. Na maioria dos casos, permitindo a um segue de escalada esportiva a mover-se para reduzir as chances de uma lesão para o guia e para o segue, e também reduz a força aplicada ao sistema.

 

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Posição: Quando dando segue, fique diretamente abaixo da primeira chapa/grampo. Se o guia cair, isso assegurará que você será jogado imediatamente para cima e não arrastado pelo chão ou ser arrastado pela pedra.

Tênis para cima: Use tênis com solado resistente, fechado nos dedos: não use sandálias! Como você estará com as duas mãos na corda, então serão seus pés que te manterão afastados da rocha. Em uma queda forte as forças podem ser violentas, então luvas para rapel podem ser bem vindas – e se você não for descolado demais – um capacete pode ser interessante.

Folga: Se a primeira chapa/grampo for muito próximo do chão, considere desclipa-la após ter a segunda chapa protegida; isso irá prevenir que o segue seja jogado de encontro a primeira costura. Ou use uma “stick clip” para “isolar” a primeira chapa/grampo, eliminando a descida pra desclipar ou a desclipagem acidental.

Terreno: Analise a area abaixo da primeir ae segunda chapa/grampo, seguindo seu caminho provável ou a trajetória acima. Há algum bico de pedra ou rocha pontuda para ficar ciente? ou a rocha é suave e tranquila? Perceba onde você provavelmente cairá – tomara que os pés primeiro! – a 1, 3 ou 5 metros acima. Se houver uma chance de ser arrastado para alguma coisa pontuda, ache outro via ou um segue mais pesado.

Esteja Pronto: Quando o guia cair da via, segure-se e trave o corpo inteiro para evitar ser catapultado. Não pule! Se o guia estiver baixo na escalada, considere abaixar-se em um joelho. Isso irá aumentar a distância entre o segue e o guia em um ou dois metros, o que deverá ser suficiente para evitar que os dois se choquem. Se o choque for inevitável, vire sua cabeça, mantenha a boca fechada para proteger sua mandíbula e não largue a mão da corda em hipótese alguma.

Esteja Alerta: A medida que você for puxado, mantenha seus pés abaixo de você – o movimento vai parecer um tipo rápido de rapel reverso. Sua meta é deixar o chão com equilíbrio.

Comunique-se: Agarras de descanso, bixos que podem sair de buracos, um bom segue deve estar preparado para uma queda a qualquer momento. Ainda assim, o guia pode ajudar. Quando uma queda parece ser uma possibilidade distinta, grite: “fique de olho” “se liga” deixe o segue em alerta máximo.

Receita: Uma Fritada Amiga dos Escaladores

Se encha de energia com essa saudável e prática fritada.

Este artigo apareceu originalmente na climbing.com impressa de Agosto de 2015.

O que danados é uma fritada? Nós não tinhamos a menor ideia até que nossos amigos de rua no Laboratorio Skratch apresentaram essa boa fonte de energia para nós. Cheio de proteína magra de baixo valor calórico, vitaminas essencias (B2, B12, A e E) e minerais vitais, os ovos são um superalimento natural, por isso não é nenhuma surpresa que essas pequenas esferas nutritivas são um ótimo alimento para escaladores. Adicionar ao fato de que eles vão mantê-lo energizado sem pesar no seu intestino como alguns alimentos processados, o Delicioso cogumelo e a fritada, desenvolvidos especialmente para atletas, deveriam estar no topo do menu. Fritada é um derivado da palavra italiana para cozinhado, mas esta receita economiza calorias e gorduras desnecessárias cozinhe-os em pequenas formas de bolo. Use os ingredientes listados ou misture quaisquer vegetais e ervas que você tenha a disposição. Cada um desses “bolinhos” é 65% agua, o que os torna de fácil digestão e incluem arroz que oferece um bom equilíbrio entre carboidratos e proteínas no ovo que irá alimentar o seu corpo, independente se você está escalando ou treinando.

Ingredientes:

  • 2 xícaras de cogumelos picados
  • 1/2 xícara de cebola picada
  • 1/4 de xícara de salsa picada
  • 2 xícaras de arroz cozido
  • 4 ovos (ligeiramente batidos)
  • 1/2 xícara de queijo suiço ralado
  • 1 colher de chá de sal do himalaia
  • 1 colher de sopa de queijo parmesão ralado
  • pitada de sal e pimenta

Modo de cozinhar:

Esquente o forno a 240º. Cozinhe duas xícaras de arroz branco ou 7grãos e deixe separado. Corte os cogumelos, cebolas e salsa. Bata levemente os ovos em um recipiente fundo. Esquente uma colher de azeite de oliva em uma panela até que a panela fique toda besuntada. Em fogo médio-alto, ponha os cogumelos, cebola e salsa até que os cogumelos fiquem macios e as cebolas translúcidas. Retire a panela do fogo até drenar todo o azeite em excesso. Combine tudo, mas o parmesão com os ovos e mexa uniformemente. Unte levemente uma forma pequena de bolo e preencha seis a oito espaços de forma que fiquem 3/4 cheias e leve ao forno por 15 minutos, ou até que os centros estejam firmes. Polvilhe queijo parmesão por cima e deixe derreter.

Fatos Nutricionais por porção (1/6 do total)

Energia: 174 calórias – Carboidratos: 15 g – Gordura: 9 g – Fibra: 1 g – Sódio: 292 mg – Proteína: 9g

Dicas

  • Jogue em uma pequena quantidade de bacon pré-cozidos ou salsicha para adicionar proteína
  • Use formas de cupcakes
  • Na geladeira duram até dois dias
  • Substitua os 4 ovos por oito ou 10 ovos brancos para diminuir o colesterol mas mantendo um alto valor protéico

5 Dicas para um melhor equilíbrio

Públicado em Climbing.com em 17/06/2016 por Craig DeMartino

 

Treze anos atrás, eu perdi uma parte da minha perna direita após uma queda ao chão de aproximadamente 30metros no Lumpy Ridge, Colorado. Voltar a escalar era o meu foco! é a minha vida. Mas esse novo estado tinha uma nova curva de aprendizado. Muito veriam ter apenas uma perna como algo negativo, mas eu percebi que eu ainda poderia escalar forte se eu reaprendesse a usar meu corpo, e o fator mais importante era o equilíbrio. Ter apenas uma perna mudou meus pontos de equilíbrio e entende-los foi crucial para o meu progresso e hoje eu consigo escalar vias que antes do acidente eu não conseguia. Ao longo do caminho, eu aprendi a escalar de forma mais inteligente e descobri que o que aprendi na minha batalha com o equilíbrio podem ser traduzidos para todos os aspectos da escalada e todos os tipos de escaladores. Compilei os melhores aspectos para aprimorar a técnica, até mesmo se você tiver as duas pernas.

 

  1. Encontre o Ponto central do seu equilíbrio

    Se você não sabe qual o seu centro de gravidade, estará sempre lutando contra ele. Retire um membro e seu centro de gravidade vai direto para a janela. Quando eu retornei a escalada novamente, eu ficava inclinado para a direita, uma vez que minha prótese era bem mais leve que a perna anterior. A maioria de nós escaladores escalam em um formato X ou na ideia de distribuição do peso em três pontos de contato, mas quando você perde uma perna não dá mais para escalar assim. Um truque que eu aprendi é segurar uma costura longa de pelo menos 40cm no loop do meu Baudrier. Escale para cima e o mosquetão vai balançar entre suas pernas e lhe permitirá saber onde é seu centro de gravidade. Faça movimentos que mantenham a costura no meio das suas duas pernas. A medida que você alcança lugares e agarras em particular, faça pequenos ajustes para ver a diferença entre sentir-se equilibrado e saindo do equilíbrio. Com o tempo, vai se tornar natural, e vocÊ vai poder antecipar e mitigar os pontos de desequilíbrio. Isso vai aprimorar a eficiência dos seus movimentos.

  2. Matenha-o Estranho

Quando você começa a escalar, você consegue faze-lo com os dedos  do pé apontando diretamente para a rocha ou o “estilo sapinho”, usando as partes internas dos seus pés e dedos, calcanhares levemente angulados de forma que fiquem próximos (os calcanhares).  A medida que você evolui e entra em escaldas cada vez mais dificeis, esses pontos isoladamente não serão suficientes para sobressair a técnica e à sequências intensas de equilíbrio. Três movimentos a mais abrirão um novo capitulo na sua escalada:  Pequenos degraus, Flag e “Subir no Joelho”. todos três mudam a posição das suas costelas (por tabela o seu centro de gravidade), gerando mais variáveis

    3. Escale com uma perna

Tente! Escale apenas com uma perna e deixa a outra solta ou anarrada enquanto se movimente de uma agarra para a outra. Gire suas costelas e a core para contra-balancear o equilíbrio. Mantenha-se baixo com suas mãos e abaixe-se no joelho então em um movimento fluído levante-se e vá a próxima agarra. A medida que sua mão alcança-a, posicione o seu pé na próxima agarra de pé. Certifique-se de identificar as agarras antes de ir. Desta maneira você mantém o foco na precisão. De primeira você sentirá que seu corpo está jogando para o lado da perna ausente. Apenas deixe que isso aconteça e use o movimento criado por ela para a progressão. Se você estiver tendo dificuldades para controlar o balanço gerado, incorpore a isso uma costura longa presa no meio de suas pernas, como descrito anteriormente. Combinar ambos os exercícios vai te ajudar a perceber como você deve se ajustar e você poderá visualizar e executar o movimento necessário. Não faça grandes movimentos e não se trave em excesso. isso irá apenas te cansar mais rápido e possivelmente te lesionar. Ao invés disso, foque em movimentos menores que irão lhe permitir descansar e contra-balancear com a perna ativa.

    4. Use seu corpo inteiro

Muito costumeiramente nós focamos em escalar apenas usando nossas mãos e subindo os pés apenas com as pernas, quando na realidade comprometer o corpo inteiro dos dedos das mãos aos dedos dos pés é o que precisamos. Uma grande parte disso é sua CORE: Oblíquos, bumbum, costas… Pense sobre ativar seu copro inteiro em cada movimento, você balançara menos e se sentira sob controle. Outra parte disso, especialmente importante para a escalada tradicional, é pensar em cada parte do seu corpo como uma um outro apêndice. Eu aproximo minhas costelas e meus joelhos da rocha por baixo dela ou para o lado. Em arestas,  eu inclino o ombro contra a rocha para descansar ou para fechar uma janela.

   5. Evite ficar vertical

Nós todos começamos a escalar para tentar manter nossos corpos na posição vertical, mas isso não te levará muito longe a medida que os movimentos ficarão mais difíceis e as vias variarem. Pense sobre escalar com uma perna apenas novamente, centralize-se sobre a perna ativa. Puxando seu copro para cima para manter o corpo alinhado e para baixo gastará energia desnecessária. Tente deixar suas costelas deslizarem para onde sua outra perna deveria estar; Esta posição deverá lhe deixar mais confortável e natural. Para mover-se para cima, mude o seu peso de volta para a perna ativa novamente, deixando a energia das suas costelas te moverem para a próxima agarra. Para mover em posição inversa, simplesmente levante-se o mais alto possível na sua perna ativa, novamente deixando o movimento vir de suas costelas.

Craig Demartino guiou a primeira ascensão por deficientes ao El Capitan em 2012 e ganhou o Campeonato Americano de Paraclimbing em 2014. Ele mora no Colorado com sua esposa e dois filhos.  

Um Guia de Escalador para uma Macarronada

Este artigo apareceu originalmente na edição impressa de Março de 2015 da revista climbing.com

Escalar forte pode queimar mais que 500 calorias por hora, por isso não é de se admirar que escaladores comam exageradamente após um longo dia de escalada. Mas com a perspectiva de escalar no dia seguinte, é muito melhor focar a alimentação para repor a energia queimada durante as escaladas, sem ficar com sensação de inchaço ou barriga pesada. Tenha isso em mente e prefira almondegas de peru e fettucine. Uma porção desta refeição proporciona uma porção completa de legumes, grãos e carne, enquanto oferece equilíbrio certo de compostos de combustíveis e de recuperação. A massa fornece os carboidratos necessários para reabastecer os estoques de glicogênio dos seus músculos, o que, juntamente com a proteína da carne, vai ajudá-los a recuperar e estar pronto para a ação mais rápida. macarrão de trigo integral fornece fibra que seu corpo precisa para a digestão eficiente e a carne de peru é uma excelente opção magra de proteína máxima com menos gordura. Por último, mas não menos importante, há mais saciedade quando se come um prato quente de macarronada! Mantenha isto como uma refeição perfeita para a recuperação ao final de uma escalada ou leve para a montanha como um lanche perfeito.

ingredientes

  • 900 gramas de peito de peru magro moído
  • 1/3 de copo de farinha de trigo integral
  • 3 dentes de alho picado
  • 1 colher de sopa de cebola picada
  • 2 ovos
  • 1/2 colher de chá +1 pitada de sal
  • 1/4 de colher de chá de pimenta preta
  • 2 colheres de sopa de manjericão fresco picado
  • 4 xícaras de molho de tomate
  • 450 gramas de fettucine de trigo integral

modo de fazer

Pegue o peru moído, farinha de rosca, ovos, alho, cebola picada, manjericão, sal e pimenta em uma tigela grande e misture bem. Unte uma frigideira grande antiaderente com manteiga. Faça aproximadamente 40 bolinhos de carne de aproximadamente 5 cm com a mistura e coloque uma única camada numa frigideira (normalmente precisam ser assados em pelo menos duas “fornadas”). Cozinhe em fogo médio, usando uma pinça ou uma colher de pau para virar as almôndegas de modo que fique uniformemente assada. Transfira as almôndegas para uma panela grnade e despeje o molho de tomate com manjericão. Tampe e cozinhe em fogo baixo por 40 minutos. Enquanto as almôndegas estão cozinhando, encha uma panela grande com água e uma pitada de sal. Leve para ferver em fogo médio-alto, em seguida, adicione fettucine. Cozinhe de 12 a 14 minutos ou conforme indicado na embalagem. Despeje numa peneira para escorrer. Adicione cerca de 50 gramas de fettucine para cada prato e cubra com as almôndegas e molho.

Fatos Nutricionais (para cada prato)

Energia: 400 calorias – Gordura: 5 gramas – Proteína: 38 gramas – Carboidrato: 55 gramas – Fibra: 8 gramas

Uma alternativa livre de glúten

Se você é sensível ao glúten ou apenas cansado de massas, uma excelente opção é usar uma massa de jerimum ao invés do fettucine. Haverá uma redução das calorias e carboidratos em mais de 80%, e vai te proporcionar uma segunda porção de leguminosas para o dia, ainda fornece a fibra necessária. A Massa de Jerimum parece um melão do lado de fora, mas depois de cozido, as fibras, parecem exatamente como o espaguete comum. É Muito fácil de preparar, quer no forno ou no microondas, e você pode fazê-lo enquanto as almôndegas fervem.

Microondas

Corte o Jerimum em pedaços longos e retire as sementes. Encha um prato de microondas com cerca de “dois dedos” de água. Ponha a potência no máximo e cozinhe por 12 minutos, a carne exterior deve estar macio quando espetado com um garfo. Retire-i e deixe esfriar por pelo menos 10 minutos, ou até que esteja a uma temperatura que seja seguro manusear. Use um garfo para raspar o jerimum puxando os longos fios.

Forno

Corte o jerimum e retire as sementes exatamente como descrito anteriormente. Cozinhe a 240º por aproximadamente 45 minutos, até a parte externa ficar macia. Pode ser que demore um pouco mais ou menos, dependendo do tamanho do Jerimum. Deixe esfriar e então raspe longitudinalmente com um garfo, puxando as fibras.

Fettucine de Trigo

Fatos Nutricionais (uma porção)

Energia: 31 Calórias – Gordura: 1 grama – Carboidratos 37 gramas

Espaguete de Jerimum

Fatos Nutricionais (uma porção)

Energia: 31 Calórias – Gordura: 0,6 grama – Carboidratos 7 gramas

Torradinhas de Pão

Transforme pão velho em torradinhas de pão

Comprar torradinhas de pão são aceitáveis se você não tem tempo, mas melhor ainda, você pode fazer suas próprias torradinhas. Isto vai lhe proporcionar uma refeição mais variada, e é uma forma inteligente de usar o resto do pão.

Modo de fazer

  1. use uma fatia de pão velho que esteja duro e seco, mas não duro como pedra.
  2. Corte em pequenos pedaços. Deixe as migalhas em um recipiente extra.
  3. Use um multi-processador ou um liquidificador no modo pulso até que o pão tenha se transformado totalmente em migalhas.
  4. Cozinhe em uma forma por aproximadamente 10 minuts a 180º graus Aproveite e experimente

Mega Jul – Revisão

O Edelrid Mega Jul é o mais perto que se tem de um “faz-tudo”, o mais perfeito equipamento de segurança/rapel que eu jamais vi. Esse sistema multifuncional é super leve, dá folga ao guia muito mais rápido do que qualquer outro equipamento desta categoria, e pode ser usado em um número diferente de configurações aumentando sua capacidade de frenagem em um nível que se compara as travadas de sistemas de freio auto-blocantes.

Duas observações: Primeiro, eu recomendo usar luvas uma vez que você pode se queimar entre o polegar e a palma da mão em certas configurações. Segundo, pelo fato de este freio poder ser usado de diversas formas, inicialmente eu achei confuso. Os gráficos instrutivos ao lado do equipamento realmente não ajudaram muito também. Eu tive que dedicar algum tempo memorizando a forma como o freio funciona antes de sair por ai usando-o. Durante um mês minha curva de aprendizado foi de 50/50 por montar o equipamento errado quando dando segue para o participante q vem de baixo.

O Mega jul pesa apenas 65 gramas e pode ser usado tanto para cordas duplas como para cordas simples, duplas e gêmeas de 7.8mm a 10.5mm. Eu só testei cordas entre 9.1mm e 9.8mm de espessura. A Edelrid está fazendo um equipamento ainda menor, o “Micro Jul” (ainda não testado), que pesa apenas 60 gramas e é para ser usado por cordas finas de 6.9mm a 8.9mm de espessura.

A parte mais chamativa do Mega Jul e uma parte plástica de cor verde em formato de U colado ao cabo do equipamento. Esse loop é primariamente usado durante a segue. Ponha a corda no equipamento de forma que o loop aponte para você. Encaixe sua mão abaixo do loop assim como a corda de forma que ambos se encaixem entre o equipamento e a palma da mão. Nesta configuração, você nunca vai precisar tirar a mão da corda. Dar corda é feito ao levantar o loop (e a corda) para cima e afastando do seu corpo. De corda com a sua mão de guia (mão esquerda para a maioria) e a corda vai passar pelo equipamento muito mais rápido e facilmente que qualquer outro tipo de freio. Ele alimenta quase tão rápido quanto o grigri 2. O Melhor de tudo, o Mega Jul trava a corda para baixo no caso de uma queda porque o mosquetão travador bloqueia a corda no freio. Eu sei que as empresas hoje em dia estão eliminando o termo “auto-block” mas o Mega Jul certamente faz um grande trabalho ao frear uma queda com pouco esforço.

O tipo de mosquetão travador que você usa com o Mega Jul é importante. Eu testei com o Edelrid HMS Strike Screw FG, que pode ser comprado num kit com o Mega Jul por $49,95 dólares americanos. Eu testei usando com outros tipos de mosquetões de vários tamanhos, e não funcionou muito bem. Mosquetões de diâmetro mais grossos funcionaram melhor, mas mosquetões finos permitiram a corda escorregar.

Para baixar um guia após uma queda há duas opções – nenhuma delas é fantástica, representando a maior falha desse equipamento, mas ambos os trabalhos são fazíveis. Primeiro: Use o equipamento no “modo polegar” ao puxar o loop e a corda para fora da cadeirinha, desta vez com a mão esquerda e controlando a descida com sua mão blocante/direita (neste caso). Novamente Luvas são bem vindas. Segundo: “modo alavanca”, segure a corda com a mão blocante/direita enquanto prepara-se para baixar o escalador, e use o polegar esquerdo para puxar para baixo a parte do equipamento que parece a ponta de um nariz, que libera a pressão da corda. Eu achei o “modo alavanca” preferível.

Assim como a maioria dos sistemas de freio e rapel disponíveis no mercado hoje, você pode um participante de baixo com a funcionalidade do “autoblock”. Inicialmente, eu tive dificuldades com esse modo por causa do meu instinto natural de clipar o equipamento a ancoragem do meu loop (errado!) Você deve clipar através do loop de metal ao lado do loop para o polegar. Eu também fiquei confuso sobre qual direção passar a corda no equipamento. Uma vez que eu me acostumei, pude montar o sistema em um ou dois segundos. Outra grande característica é que se você precisar baixar o participante nesta configuração, você pode clipar um terceiro mosquetão através desse pequeno espaço na “ponta do nariz” e usa-lo para destravar o auto-block. Isso dá ao Mega Jul uma grande vantagem sobre outros equipamentos, que requerem mais trabalho após quedas.

Para rapelar, há duas configurações: “Modo Tuber” e “Modo Locked”. No modo tuber, em que o loop do polegar aponta para seu corpo, faz o Mega Jul trabalhar um pouco como o rapel clássico de 8, faça um back-up com um prussik e rapele normalmente. Modo Locked, provavelmente a característica mais excitante do Mega Jul, é quando o loop do polegar está apontado para fora do seu corpo. Rapele ao clipar um segundo mosquetão de rosca no buraco localizado na “ponta do nariz” e use-o como a alavanca do Grigri. A Corda trava quando você não esta puxando o mosquetão alavanca, permitindo que você tenha bastante segurança para lidar com a corda caso ela se emaranhe, etc… (sempre passe a corda ao redor das suas pernas se você vai precisar soltar a mão do freio).

O Mega Jul é o mais leve, mais versátil e de melhor performance entre todos os sistemas de freios e rapel que eu jamais usei – após você se acostumar com ele.

  • Peso: 65 gramas
  • Estilo Tubular par cordas simples, duplas e gemeas. 7.8mm-10.5mm
  • Freio assistido para escalada e segurança para participante
  • Freio assistido no rapel no modo locked

 

Escalada Indoor

Este é um esporte interessante e seguro para todas as idades. Muros de escalada possibilitam um ambiente seguro e controlado onde do aprendiz ao escalador profissional pode exercitar-se de uma forma agradável. Uma equipe bem preparada ensinam as técnicas necessárias com segurança e os equipamentos necessários para aluguel e/ou compra. Milhares de ginásios de escaladas catalogados pelo mundo operam para o seu prazer. Aproveite este esporte radical!

Muros de Escalada

Mais de 3.000 Ginásios e Clubes pelo mundo. Muitas academias oferecem aulas para iniciantes. Muros de escalada são muito populares entre escaladores. Algumas estruturas oferecem vias que se precisa de cordas para escalar. Os Ginásios e Muros de escaladas são diversão garantida para escaladores, famílias e crianças. Muitos desses muros e ginásio especializam-se em receber escaladores e para apresentar o esporte às crianças.

Os Benefícios da Escalada Indoor

Com a escalada indoor você pode obter o melhor treinamento possível. Até mesmo mental por resolver problemas que esse esporte exige, e você vai aprender o controle mental como aperfeiçoamento de suas habilidades de escalada. Como um exercício você obtém benefícios tanto resistência como força e tanto explosões como movimentos musculares concêntricos são exigidos. Então o exercício da escalada requer e trabalha todos os grupos musculares simultaneamente, ao mesmo tempo melhorar o balanceamento e coordenação. Algumas pessoas podem achar desestimulante malhar em academias tradicionais. Mas exercício na escalada é sempre algo novo, desafiador e motivante. Você pode se beneficiar do aspecto social da experiência em uma academia de escalada ou no seu murinho caseiro. É um lugar para construção da confiança, camaradagem e auto-confiança. Um muro de escalada caseiro ou ginásio local oferece uma configuração para todos e/ou para grupos pequenos de amigos. Com a escalada indoor você vai ter uma maior sensação de ter feito por completo os seus exercícios e após relativamente pouco tempo aprimoramento físico, mental e até aspectos sociais da sua vida.

Parede de Escalada

Uma parede de escalada é uma estrutura artificial repleta de agarras de escalada que são afixadas a superfície aleatoriamente e em vias especificas. Antes de iniciar, um escalador se protege com uma cadeirinha e uma corda de escalada. O segue dá segurança ao escalador ao controlar a tensão dando corda ou segurando enquanto o escalador ascende ao cume. A medida que escaladores aprimoram sua técnica de escalada normalmente eles vão adquirindo seus próprios equipamentos. Os itens básicos para iniciar incluem um par de sapatilhas, uma cadeirinha, um freio e um saco de magnésio.

Traduzido de indoorclimbing.com