Petzl Grigri 2 – Revisão

Nos 20 anos desde que o Petzl Grigri foi inventado, nenhum outro “freio assistido” tem conseguido competir com sua ergonomia, confiabilidade e performance. Até agora.

O Petz Grigri 2 é uma grande evolução do que já era um grande equipamento. Essa versão é menor e mais leve, funciona melhor nas cordas finas modernas, freia melhor do que antes e dá melhor controle quando descendo.

Eu testo muito equipamento, mas eu nunca vi algo criar tanto barulho entre escaladores na montanha e no ginásio. Em uma ocasião, o Grigri 2 foi na realidade roubado do meu pacote (“você sabe que é você seu holandes bastardo”). Após oito meses de testes eu posso dar minha opnião.

Petz recomenda usar o Grigri 2 com cordas de 8.9mm a 11mm; virtualmente qualquer corda simples disponível no mercado hoje em dia. Essa marca é a mais significativa melhoria sobre o Grigri anterior, que oficialmente deveria funcionar com cordas de 10 a 11 mm. Cordas tem afinado nas últimas duas década, e desde os dias de Clinton e do Rock Grunge, nenhum escalador de respeito que eu conheça usa uma corda mais grossa que 9.8mm, ainda assim a maioria continuou a usar o Grigri. Eu confesso que usei cordas tão finas quanto 9.1mm no Grigri antigo – e o equipamento travava bem em quedas, descer poderia ser dificil, trabalhoso e arriscado.

Eu coloquei o Grigri 2 sob um teste moderno: Usando uma corda escorregadia nova, 8.9mm, corda simples. Eu fiquei surpreso quão bem o Grigri 2 funcionou bem com essa corda desconcesrtantemente fina. Ele pegou quedas sem problemas, e até meu parceiro, que é mais pesado que eu 20kg, foi capaz de me baixar na corda 8.9 com total controle. Em comparação, eu testei meu antigo Grigri e não consegui fazer ele travar de forma alguma! Então esta confirmado: O Grigri 2 de fato funciona melhor com cordas finas.

Isto dito, a 8.9mm estava quase fina demais, para ser usada no Grigri2. Funciona, mas eu senti como se eu precisasse tomar cuidado com a corda escorregadias como eu fiz quando dei segurança com meu Grigri antigo e usei cordas novas e finas. Eu recomendo usar o Petz Freino – o mosquetão que permite redirecionar o final do freio e baixar com mais controle.

Ao contrário do espectro, eu testei o Grigri 2 com minha corda grossa e antiga de 10.2mm e ela passou pelo equipamento sem problemas. WOW isso é uma grande variação para um equipamento de freio assistido, sob qualquer perspectiva.

Com aproximadamente 170 gramas (5,9 onças), o Grigri 2 é 20% mais leve e 25% menor que seu antecessor. Parte da redução de peso vem do tamanho menor, mas a Petz também redesenhou a alavanca. Essa mudança é onde as duas peças se diferenciam. O Grigri antigo projetava a alavanca pra cima e pra fora quando se conectava o mosquetão; ele se projetava tanto que permitia que você o liberasse ao empurrar o peso sobre ele para baixo (sem precisar mover a alavanca). Anteriormente, era assim que eu liberaria corda para meu parceiro de escalada quando ele voltasse a escalar liberando o peso da corda. No entanto, a nova alavanca, mais magra não se projeta, não permitindo assim a alavancagem. Isto resulta em maior dificuldade para liberar sem abrir e puxar a alavanca para trás. Eu vejo isso como uma grande melhoria na segurança, pois fica mais dificil de liberar seu parceiro acidentalmente.

Esse novo design mais ergonomico, encaixa melhor sua mão e funciona melhor com a “nova técnica de segurança” para dar corda, agora recomendado pela Petzl.

Em comparação com o antigo Grigri, descer m escalador de baldinho com o Grigri 2 é como dirigir um carro com controle de tração e outro sem. O Grigri 2 lhe dar maior controle, graças a algo que a Petz chama de “descensão progressiva controlada”. Esse mecanismo foi descrito para mim como o oposto a um “arco composto” – no qual você o puxa para tras na linha e as polias do arco te ajudam a fazer força. O Grigri 2 é o reverso disto, a cada 3 graus que você o puxa de volta no processo de descida, as polias internas apenas abrem 1 grau. O resultado é uma descensão muito mais suave e controlada – algo que eu apreciei bastante enquanto rapelando ou descendo na minha corda de 8.9mm.

Escaladores de Tradicional, de muitas enfiadas e big-wall descobriram que o Grigri 2 cabe no baudrier melhor do que o seu antecessor.

Por: Rock and Ice (versão web) – Andrew Bisharat
Traduzido por Allysson Laurentino em 10 de Maio de 2016.

Quão costumeiramente você descansa?

Não há sequência ideal para dias de treinamento/descansos. No entanto, há algumas linhas gerais basicas que estruturam o seu treinamento, de acordo com seu nível de habilidade e metas ou na escalada ou na temporada de treino. Escaladores novatos de quarto a quinto grau são aconselhados a não escalarem mais do que três vezes por semana, a menos que sejam muito cautelosos e certifiquem-se que o dia seguinte sera muito leve, baseado na resistência. Escaladores medianos de sexto a sétimo grau devem manter três dias por semana como requisito básico semanal, e se quiserem evoluir terão que aumentar para quatro sem se lesionar e eles irão certamente evoluir rapidamente. Escaladores de ponta ou atletas de 8grau em diante vão precisar escalar de cinco a seis vezes por semana para manter evoluindo, mas não durante o ano inteiro e apenas nos picos de treinamento. A forma de fazer isso é fazer ciclos de intensidade em seus dias consecutivos como por exemplo dia dificil (provavelmente treinamento de força) então um dia médio (força/resitência) e então um dia leve (resistência) e finalmente um dia de descanso e repita.

Se você realmente quer ficar forte, então você pode fazer melhorias usando a estrutura do dia-a dia quando se fala em ganhar força, sempre é melhor aumentar a qualidade do descanso e treinar mais do que a quantidade. Desenvolver a resistência é um mero fato de focar um tempo. Um calendário de dois dias de treino e um de descanso vai funcionar bem, ou até melhor três dias de treino por um de descanso.

No começo da temporada de treinamento seria imprudente começar a fazer quatro a cinco dias por semana, uma vez que seu corpo não esta preparado paa isso. No entanto, você pode trabalhar para alcançar a meta e ir aumentando o número de dias de forma a justar os exercicios progressivamente. Técnicos referem-se a isso como desenvolver o físico para treinar. Finalmente, quando a temporada de escalada ou uma importante viagem se apróxima, você pode começar a reduzir o número de dias por semana para descansar e estar no auge.

Se você não se cansar de planejar seu treino apropriadamente, então uma boa combinação para um escalador mediano é boulder e treinamento de força no primero dia, vias e resistência no segundo dia e descanso no terceiro dia. então repita.

Por: Rock and Ice (versão web) – Neil Gresham
Traduzido por Allysson Laurentino em 09 de Maio de 2016.

Pessoas mais velhas podem ficar mais fortes?

Realisticamente falando não se pode esperar ficar mais forte ou mais bem preparado como um veterano se você tem escalado e treinado a vida inteira. Apenas veteranos que são novos na escalada podem esperar por melhoria na força. Lembre-se, de qualquer forma, que escalar trilha e campo. Tatica, habilidade e técnica são primordiais para o esporte mais do que o ganho de força. Melhorias na escalada em geral estão nas cartas a serem jogadas pelos escaladores mais antigos, se novato ou antigo, se você usar o cerebro. eu não estou dizendo que não treine; mas após algum tempo, o treino deve focar mais na técnica e você deveria incorporar mais recuperação no seu calendário. A Distância não posso dizer o que você esta errando, mas se você esta fazendo o mesmo volume que fazia quando era mais jovem, recuperação inadequada provavelmente é a razão para a estagnação. Menos é mais quando se é um veterano, e se você descansar mais você ganhará mais.

Em adição, evite completamente exercicios de alta intensidade assim como campus board e fingerboard. Os 5 ou 10% extra você talvez ganhe fazendo esses exercicios de alto impacto não valem os seis meses de lesão. Quão mais velho você fica, mais experiente você vai ficando quanto a treinamentos de resistência e eu sugiriria evitar boulder dificeis ou ficar o dia inteiro boulderiando quando chegar aos 60 anos. Preste atençao extra a nutrição e hidratação e tenha sono o suficiente. Eu aconselharia exercicios regulares para evitar lesões como Flexões e levantamento de pulso invertido, que se tornam exponencialmente importantes para evitar lesões.

Acima de tudo, não se atenha a querer escalar com a técnica perfeita. Dê a você mesmo treinamentos constantes de técnicas – precisão em posicionamento de pés, braços esticados, se torcer em terrenos ingrimes, regular a respiração e por ai vai.

Preste atenção ao seu aquecimento e escute o seu corpo como se tivesse afinando um piano. Aqueça usando uma sequência de vias piramidais – Não muito, não pouco também, e a ascenção perfeita de graduação. Descanse entre cada explosão, e acima de tudo pegue as agarras corretas! O quanto mais velho se fica mais desmoralizado se torna se você escolher vias que não estão no seu nível de força ou resistência. Mantenha-se firme a escalada que requer um pouco de técnica e subitamente você poderá continuar a tentar desáfios num futuro .

Por: Rock and Ice (versão web) – Neil Gresham
Traduzido por Allysson Laurentino em 09 de Maio de 2016.

A Creatina Funciona?

Há um fervor sobre a creatina, e minha primeira reação foi céticismo quando se fala como “o último milagre do suplemento para escalada”. No entanto, se você der uma olhada na pesquisa, muito do entusiasmo sobre a creatina parece justificada. Eu não prestei muita atenção as pesquisas de laboratórios comerciais, mas estudos independentes apontavam para sérios beneficios ligados a creatina, não apenas para atletas de ponta, mas para aqueles que o esporte requer agilidade e resistência.

Creatina é manufaturada naturalmente pelo fígado e rins e fica a disposição dos músculos e nervos, onde faz um papel crucial na produção de ATP, combustível principal dos músculos, ATP só fica disponível em quantidades limitadas, suficiente para durar alguns movimentos dificeis de boulder. Uma vez esgotado um processo secundário passa a produzir mais ATP para manter a atividade, aqui, fosfato de creatina combina com ADP para produzir mais cargas de ATP. Pesquisas comprovam que o suplemento de creatina ajuda a armazenar ATP nos musculos de uma forma que vai ser de grande ajuda a performance nos esportes produzindo tanto resistência quanto força. O aumento de creatina a disposição vai aumentar o limite de lactose em até 14% de acordo com estudos (uma boa medida para níveis de resistência), e a performance em treinamentos intervalados vão melhorar proporcionalmente.

Claramente há muita relevância para a escalada, mas a grande questão é tomar ou não tomar creatina, mas como tomar. É correto afirmar que a creatina notoriamente esta aumentando a retenção de água e aumentando o peso do corpo. Alguns escaladores que experimentaram creatina, inclusive eu mesmo, deduziram que a solução é treinar sob efeito da creatina para ficar mais forte e bem preparado e então quando chegar perto de uma competição importante esperar ele sair do corpo e assim perder o excesso de água. Isso era o que o fabricante recomendava, mas novos estudos apontaram que o problema da retenção de água estava no excesso da dosagem inicialmente recomendada. Costumava ser sugerido 12 colheres de sopa durante o dia pelos primeiros quatro a cinco dias para então reduzir a uma ou duas colheres por dia. Agora é do entendimento que mais é menos e quatro a seis colheres de sopa para iniciar são mais do que suficientes para produzir todo o ganho de performance sem causar retenção de água excessiva. Também é recomendado que a creatina seja consumida com carne (em particular com alimentos de alto teor proteíco) de forma a maximizar a absorção. Lembre-se também que a creatina trabalha melhor quando tomado por períodos limitados de treino intenso (tipicamente de quatro a oito semanas), então não tome o ano inteiro. Se você fizer uma experiência com Creatina, sempre leia as instruções e consulte seu médico primeiro para saber se pode tomar ou não. Note que para a maioria das pessoas, o máximo que provavelmente acontecerá com o exagero será ficar inchado e pesando não aproveitando em plenitude os beneficios da creatina.

Por: Rock and Ice (versão web) – Neil Gresham
Traduzido por Allysson Laurentino em 09 de Maio de 2016.

Corrida ou Ciclismo pode melhorar sua escalada?

Por: Rock and Ice (versão web) – Neil Gresham
Traduzido em 09 de Maio de 2016.
Treinamento cardiovascular de treinamento Cross (corrida, ciclismo, etc…) ajuda a escalada? Eu ouvi que Lynn Hill era um corretor devoto, mas outros dizem que corrida tem efeitos colaterais negativos como crescer demais a massa muscular da perna. Qual o certo? 

“Patrick Bagley, Boston/MA/EUA.

Especificidade é o primeiro princípio para escalada, e voltas nas rodas vão sempre produzir mais resistência especifica para a escalada do que bater o pavimento. No entanto, muitos escaladores  não tem a preparação aeróbica básica que é essencial para vias longas, especialmente de várias cordadas. Cross Training produz uma grande base para resistência de escalada, e te permite chegar a base da montanha em um bom estado físico após horas de longa caminhada. Aqueles com um nível cardiovascular descente podem se recuperar mais rapidamente entre picos de cansaço e esforços entre um exercício e outro, então até os boulderistas deveriam prestar atenção.

Dito isto, é impossível alcançar o seu potencial na escalada se você está treinando para ser um Tri-atleta de excelência. Moderação é a chave, e você deve considerar o tipo, a duração, intensidade e o tempo de treinamento cardiovascular. Correr é a melhor escolha, assim como o ciclismo é conhecido por crescer os músculos das pernas. Nadar pode ser excelente para re-habilitação de lesões, mas vai drenar os seus músculos superiores a menos que você tenha uma ótima técnica e pegue leve.

Em relação a intensidade e tempo de treinamento cardiovascular, lembre-se que suas reservas de energia são finitas. se você ficar bombado por uma hora ou mais na mesma manhã que você pretende escalar, você estará gastando energias que poderá precisar na escalada. De forma semelhante, se você ficar totalmente bombado após uma escalada, então você estará prejudicando a recuperação. É Improvável que escaladores venham a precisar de máxima intensidade cardiovascular durante a escalada, mas se você insistir então faça-o com pausas para descansos ou talvez durante as fases de preparação do “pré-treino”.

Treinamento cardiovascular devem consistir de esforços moderados de 70% a 80% com duração entre 25 a 35 minutos. Considere a natureza exata das sessões de escalada que envolvem o motivo do treinamento cardiovascular, desde que seja impossível treinar força e resistência simultaneamente. Se o seu foco é ficar forte, então mantenha sua corrida leve e suave ou simplesmente nem corra. A melhor abordagem é correr com 30 a 40% de esforço por não mais que 20 minutos para promover a recuperação e incentivar o fluxo sanguíneo e das toxinas saindo dos músculos. Do outro lado, se você procura base de resistência para escalada, então uma corrida de média intensidade pode promover um complemento perfeito.

Uma consideração adicional é quão preparado você é, em primeiro lugar. Alguém sem preparo cardiovascular algum pode estar destruído após 15 minutos de corrida, enquanto alguns atletas bem treinados não estarão nem aquecidos. Isso não é uma luz verde para os viciados em aeróbica ignorarem o aviso anterior, já que é comum vocês exagerarem. Use um monitor de frequência cardíaca e um despertador se você não confia em você mesmo. O principio por trás de usar um monitor cardíaco é permitir que você fixe em zonas de treinamento que determinam a intensidade do exercício. Por exemplo, sessões de recuperação são conduzidas por 70% do limite cardíaco, sessões ideias de treinamento são de 80%. Qualquer coisa acima disso está começando a provocar o anaeróbico, e é muito intenso para o proposito. Os percentuais são calculados pela diferença entre o seu pulso de descanso e o seu batimento cardíaco máximo. Pulso de descanso deve ser medido de manhã logo cedo, assim que se acorda, usando o monitor cardíaco, normalmente por um período de quatro a cinco minutos, no entanto há e números métodos. Veja as instruções no manual do frequencimetro para ter saber como faze-lo. Lembre-se, treinamento aeróbico para escalada não precisa ser uma ciência – Um pouco de disciplina e bom senso deve ser tudo que precisa para um balanceamento correto.

Faders Sum – Revisão de Equipamentos de Segurança

Por: Rock and Ice (versão web) – Jeff Jackson
Traduzido em 08 de Maio de 2016.
Faders Sum – 90 Dolares na fixe.com

Deixe-nos agradecer aos equipamentos auto-blocantes, pois eles tem salvado nossos traseiros. Eles permitem relaxarmos a vontade em PortaLedges, grampeamento de vias de escalada esportiva, ficar pela corda e descender em cordas fixas. É poeticamente fácil, mas não é nenhum exagero dizer que os equipamentos auto-blocantes – Como o GriGri da Petzl e similares – Tem mudado a cara da escalada apesar de criar defensores do estilo Old-School.

Há o SUM da fabricante espanhola Faders que assim como outros equipamentos, você passa a corda por uma guia (icones de mão e escalador indica o lado apropriado para cada ponta da corda), feche a plataforma e prenda-o ao baudrier com um mosquetão de rosca. O destaque da SUM está na habilidade de usar cordas de pequeno diametro entre 9.1 a 10.5mm, no entanto o Grigri 2 desafia o SUM no uso de cordas finas. Cada ano os fabricantes de corda diminuem a espessura de suas cordas e escaladores usam as mais finas para vias longas e com passadas técnicas como a via da Dani Andrada La Novena Enmienda (5.15a/b). Mesmo se você não escala um 5.15 (9a/9b), há vantagens de usar uma corda mais fina e obviamente mais leve.

Eu usei o SUM em conquista e em escaladas de mais de três cordadas. Primeiro eu fixei uma corda estática de 10.5mm no topo de uma falésia e usei o SUM para rapelar e intalar uns top ropes. A corda passou pelo SUM sem solavancos e sem ficar travando, por incrível que pareça mesmo enquanto eu me movimentava procurando a linha das agarras. O SUM funcionou tão bem quanto o Grigri para o rapel de corda simples. Finalmente, eu entrei no “modo desáfio” e meu segue usou o SUM para me dar segurança enquanto eu tentava mandar meu projeto. Enquanto eu era espancado, eu fiquei muito feliz que o SUM funcionou perfeitamente bem.

Quando eu dava segue percebi que lidar com folga era um pouco dificil com a corda de 10.5mm, o diametro mais espesso recomendado para o SUM. Quando eu troquei por uma corda mais fina, no entanto, a ação ficou muito mais prática.

Em conclusão, o SUM é praticamente um clone do Grigri – Ele lida com qualquer técnica de corda simples tanto quanto o melhor equipamento existente. Se você preferir cordas grossas, eu usaria o Grigri. Por outro lado, se você é da nova geração de escaladores malhando vias longas e dificeis, onde o peso total do seu equipamento realmente importa, então o SUM é a ferramenta ideal para você.

QUANTO A AVALIAÇÃO

O SUM esta ranqueado abaixo do Grigri 2 simplesmente porque não é mais suave de opera-lo, no entanto com prática funciona tão bem quanto.

Os Segredos do Aquecimento

Por: Rock and Ice (versão web) – Neil Gresham
Traduzido em 27 de Abril de 2016.

Eu entendo a importância de ficar tijolado como parte do aquecimento para uma escalada À Vista, mas qual a melhor forma de se aquecer. – Eli Grisham / Las Vegas

Primeiro, você esta certo quanto a importância de ficar tijolado no seu aquecimento. O erro clássico é escutar ao seu instinto natural de auto-preservação ao pular de um aquecimento em uma via fácil para a sua meta À Vista para o dia. O Efeito é o “Flash Pump”, que vem como um trem expresso e pode terminar o seu dia. Se você ficar moderadamente tijolado em um caminho encontre um local controlado e estratégico e então descanse, a tijolada que você vai receber do seu foco À Vista é muito mais fácil de controlar. Você também irá recrutar mais fibras musculares e preparar-se para movimentos mais fortes, assim como memorizar as técnicas e se preparar para a batalha. No entanto, achar a formula certa para este processo é uma grande tática para desafios na escalada esportiva. De fato é muito simples falar de uma primeira tijolada, quando você quer ter uma primeira, segunda e terceira tijolada. Por exemplo, seu primeiro aquecimento deveria ser fácil a ponto de não te tijolar totalmente. Seu segundo aquecimento deverá te deixar 30% tijolado, seu terceiro aquecimento deverá te levar a 60% tijolado e por final a sua via À Vista deve te levar o mais próximo possível, mas não ultrapassar, o seu limite de fadiga. Note que este último aquecimento deve induzir a uma fadiga maior do que a maioria dos escaladores comuns ousam enfrentar. Você costumeiramente escutará escaladores tentando convencerem-se que eles não estão fisicamente aptos para aquecerem-se apropriadamente, mas este é um erro comum. Essa estratégia (ou uma versão dela) é essencial para todos os escaladores, independentemente da graduação que eles estão acostumados a malhar. O Que deveria variar de acordo com o nível de preparo é o número de vias de aquecimento. Por exemplo, se você estiver sentindo-se bem preparado então o total de quatro ou cinco vias de aquecimento com algumas até 60% de tijolamento, considerando que, se você está se sentindo menos apto, em seguida fazer três, mas nunca menos para escalada esportiva.

A Maior habilidade aqui é julgar a graduação exata da sua via de aquecimento final. Se você exagerar, pode ser que não consiga se recuperar o suficiente. Mas se você fizer menos do que o necessário seu corpo não estará suficientemente preparado para o rigor da sua meta À Vista. Um a regra de ouro, se você está se sentindo bem preparado vá a uma graduação menor que a sua meta. Baixe uma graduação de ambas as vias se você não estiver se sentindo preparado o suficiente.

A Próxima habilidade é decidir quão longo será o descanso após a meta. Independente do quanto você descanse, mas é bem provável que você não conseguirá se recuperar totalmente, mas não permita o psicológico te tirar da via. Mesmo se você tiver tido uma ligeira tijolada, você vai conseguir controlarmais facilmente do que se tiver tido um “Flash Pump”.

A Chave é identificar o ponto em que os níveis de ácido láctico não baixam mais a menos que você esfrie demais.

Um ponto final sobre o calendário exato das vias de aquecimento é que os escaladores de alto nível terão que pular graduações, poruqe eles tem mais graduações para subir a pirâmide. Por exemplo, uma sequência de pirâmide clássico para alguém que está tentando um 10a pode ser um 8a>8b>8c>9a>9b>9c>10a antes de tentar um 10b. No entanto alguém que está tentando um 9b pode fazer um 7c>8a>8b>9a e finalmente o 9b.

Pessoalmente, eu acredito que uma via de aquecimento extra, vai produzir um bom resultado.

Nota.: Escolha uma via de aquecimento que minimizem o seu projeto alvo. Em outras palavras, se o seu projeto é de 30 movimentos, pegue um aquecimento de vias mais longas do que de boulders e vice-versa.

Testemunhe o Treinamento Mental – Parte 2

Continuando…

Quando você começar a evoluir na escalada, foque sua atenção nas sensações do corpo durante a escalada: Respirando e ficando relaxado o quanto puder, e continue se movendo. Se você parar em uma seção devido a dúvidas, então siga esses passos:

Primeiro: Atrase o movimento e não dê ouvidos as dúvidas criadas na mente. Olhe para baixo para tomar conhecimento de onde está sua última costura para confirmar que ainda estará em uma zona de quedas limpas.

Segundo: Foque sua atenção em localizar agarras para mãos e pés e o que você precisará escalar.

Terceiro: Mantenha sua atenção para as sensações fisicas da respiração e relaxamento.

Então faça algumas exalações deliberadas e comprometa-se a fazer o próximo movimento independente de cair ou não. Não deixe sua mente decidir pela queda, e não toque sem esperança na próxima agarra. Envolva seu corpo no próximo movimento com precisão e foco, independente do cenário de dúvidas. Um movimento é valioso, é isso que você aprende.

Arno Ilgner é o autor do “Caminho do Guerreiro da Rocha”, considerado a bíblia do treinamento mental para escaladores. Este ensaio foi retirado do seu livro novo, Espresso Lessons (em tradução livre, Lições Expressas”).

Parte 2 / 2

Testemunhe o treinamento mental: Deixe os pensamentos de lado para melhorar a performance

Por: Rock and Ice (versão web) – Arno Ilgner
Traduzido em 27 de Abril de 2016.

Wow! em uma fração de segundo eu estava caindo no ar.

A corda ficou folgada à medida que eu caía e era jogado na nevoa e garoa. O que eu mais temia aconteceu: A proteção havia saído da laca. A corda esticou após 20 pés, me jogando de cabeça para baixo e me empurrando até parar. Eu estava abalado, mas ileso. Essa era a terceira vez em que eu visitava uma via na Headwall com 700 pés, em Whitesides na Carolina do Norte e nós estavamos apanhando mais uma vez.

Uma Primeira Ascensão é difícil, um desafio de diversos níveis, psicologicamente desafiador e cansativo. Se vamos conseguir mandar a via ou não é um convite ao desconhecido.

Na nevoa e garoa de Whitesides, Doyle Parsons e eu estavamos ambos encarando o desconhecido, mas o nosso “eu interior” que iria a decidir o nosso destino. Nós estavamos cansados, molhados e desencorajados.

“Não dá para escalar na chuva”, eu disse para ajudar a justificar a decisão. Nos arrumamos e saimos.

Sua mente fará de tudo para evitar estar presente no estresse inerente ao desáfio da escalada. Ela vai criar pensamentos de fuga do estresse, assim como me aconteceu em Whitesides. Um outro pensamento de fuga é: “Eu estou muito Tijolado para continuar”.

Essa tendência de fuga da mente é natural. O que você pode fazer a respeito é simplesmente identificar ou perceber quando esses pensamentos ocorrem.

Você não pode “consertar” a mente da perspectiva dela própria. O Treinamento mental deve ser feito da perspectiva que é removida da própria mente. Você precisa de uma abordagem diferente.

Muitas pessoas estão tão habituados a essa forma de pensar que nem percebem que estão pensando assim. Ainda assim você não pensa assim o tempo todo. Você pensa a maior parte do tempo, mas há lacunas entre pensamentos. É nessas lacunas que reside o “estar consciente”. Você pode “estar consciente”, isto é, Preste Atenção e Observe quando sua mente gera pensamentos. Prestar atenção a mente cria pensamentos que ajudam a perceber que eles são apenas isso, Pensamentos!

Talvez a mudança mais critica que você pode fazer no seu desenvolvimento mental é aprender a controla-lo da perspectiva de “estar consciente”. Seu desenvolvimento mental irá evoluir na mesma velocidade que você conseguir fazer essa mudança. Assim que você começar a controlar-la da perspectiva do “estar consciente”, você irá separa o seu “eu consciente” dos efeitos limitadores dos pensamentos.

Praticando o “Estar Consciente”

Há momentos durante a escalada que você precisa pensar, analisar os riscos e tomar decisões. Você normalmente faz isso em momentos de descanso, quando você esta protegido. Entre esses descansos esforce-se para simplesmente focar na escalada sem interferência da mente.

Para praticar, escolha uma via que esta abaixo do seu limite e que tenha quedas limpas e que você tenha experiêncie em tomar essas quedas. (depois que você fizer esse exercicio em vias abaixo do seu limite você pode progredir para vias mais dificeis). Se você não tem experiencia em guiada e quedas, o exercicio ainda pode ser util se feito em TopRope. Sua intenção é manter-se escalando independente de dúvidas na sua mente. Faça uma avaliação de risco minuciosa em posições bem protegidas.

 

Parte 1/2...

Legacy Bolt – ClimbTech

Por: Rock and Ice (edição 230 – Novembro 2015) – Jeff Jackson
Traduzido em 18 de Abril de 2016.

Crescer nos anos 1990 não foi fácil – Apenas preste atenção as calças que nós usávamos. Ainda bem que muitos de nós mudamos de calças. No entanto, O mesmo não pode ser dito sobre muitos picos de escalada antigos, onde as ancoragens podem ser fatalmente perigosas.

O Fato é que para manter as vias seguras ao longo do tempo e necessário monitorar os bolts e ancoragens e substituí-los quando necessário. Infelizmente este processo requer retirar um bolt antigo e enferrujado, limpar o buraco e remover o bolt antigo. Com o Legacy Bolt, a Climb Tech dá outra opção aos conquistadores e aos responsáveis pela manutenção;

O Legacy Bolt é o único conjunto de proteção fixa e bolt totalmente removível. O Legacy é feito de um aço inoxidável de alto padrão, e se encaixa nos padrões UIAA de 20kN de resistência e é instalado da mesma forma que os bolts tradicionais.

A diferença esta quando você precisa substitui-los. então, basicamente você apenas precisa folgar o Legacy Bolt e remover o bolt inteiro do buraco. O Processo de remoção pode requerer paciência, forçar com alavanca, bater ou sacudir levemente, mas ainda assim é infinitamente melhor para o meio ambiente e esteticamente do que a forma antiga de quebrar e fazer outro furo novo na rocha. Por apenas 15,95 Dolares Americanos a unidade, o Legacy custa mais do que três vezes o preço de um kit de ancoragem simples, atualmente o mais usado entre a maioria dos conquistadores. Isso pode ser um custo proibitivo para conquistadores individuais, mas associações como a Access Fund e American Safe Climbing Association tem prestado atenção ao Legacy Bolt e estão considerando usa-los em esforços de regrampeamento de vias. Você também deveria considerar.